Mendes Couto Advogados — Direito do Trabalho para a Segurança Privada
Advocacia trabalhista • exclusiva para vigilantes

Em pé enquanto todos sentam.
Acordado enquanto todos dormem.
E o salário não bate com o que você trabalha.

Doze horas de posto. A madrugada virada longe de casa. E ainda a folga que vira "pacote" (ou "02") — paga por fora, no cartão, sem vale-transporte nem vale-refeição. Você trabalha mais e recebe menos do que devia. Isso não é "como funciona o setor": é direito seu ficando para trás — e provavelmente ninguém nunca te explicou.

Doze horas de posto. E ainda a folga que vira "pacote" — paga por fora, sem vale-transporte nem vale-refeição. Você trabalha mais e recebe menos do que devia.

Foco 100% em segurança privada Quase 10 anos dentro do setor Conversa sem juridiquês

A gente sabe o peso do colete.

Acordar de madrugada pra pegar condução. Horas em pé. Segurar o sono no plantão. Ficar longe da família enquanto todo mundo dorme. E, ainda assim, ver o salário não fechar com o tanto que você se doou. A gente não aprendeu isso num livro — vivemos por dentro da segurança privada por quase 10 anos e conhecemos a intenção por trás de cada manobra das empresas. Esse conhecimento, agora, joga do seu lado.

Entenda a prática

O que é o "pacote" (ou "02")?

Atenção a esta prática

Na prática, você cumpre o 12x36 do contrato e ainda trabalha as 15 folgas do mês num "pacote fechado". Esse trabalho extra costuma ser pago por fora, num valor seco no cartão (tipo Alelo) — e nesses dias não entra vale-transporte nem vale-refeição.

Folga trabalhada não é folga.
É jornada — e jornada tem direito.

É o que se chama de dumping social: baratear a mão de obra às custas dos seus direitos, driblando regras trabalhistas e fiscais. Quem trabalha sai perdendo — sem nem sempre perceber.

Um mês típico no "pacote"
DomSegTerQuaQuiSexSáb
15 plantões no contrato + 15 folgas trabalhadas = 30 dias trabalhados no mês. Nenhum de descanso real.
Plantão 12x36 — previsto no contrato
Folga trabalhada (FT) — o "pacote", paga por fora
~10
anos vividos dentro do setor de segurança
100%
do escritório focado em segurança privada
Êxito
honorários condicionados ao desfecho: você não paga nada para começar
Como atuamos

Sem mistério. Você acompanha cada etapa.

Da primeira conversa ao desfecho, o caminho é claro — e explicado em português, não em juridiquês.

1

Você conta a sua história

Numa conversa sem compromisso — WhatsApp, ligação ou presencial. Onde trabalhou, quanto tempo, qual escala e quando saiu. A gente escuta.

2

Mapeamos a sua jornada

Reconstruímos escalas, postos, períodos e o que entrou (ou não) no seu pagamento. É aqui que o "pacote" começa a aparecer com nome e número.

3

Reunimos as provas

Extratos, contracheques, testemunhas, conversas de WhatsApp — e as contradições que essas empresas deixam em outros processos.

4

Construímos a ação

Cálculo de horas extras, adicionais e reflexos, e uma narrativa simples e direta para o juiz entender o que realmente aconteceu.

5

Acompanhamos até o fim

Com transparência sobre prazos e possibilidades — e você fica sabendo de cada passo, sem sumir no meio do caminho.

Por que aqui

O que nos torna diferentes.

Por dentro do setor

Quase 10 anos vividos dentro da segurança privada. Conhecemos as escalas, os postos e os bastidores das empresas — e reconhecemos cada manobra que as empresas tentam utilizar para continuar não pagando corretamente pelo seu trabalho.

Foco exclusivo

Não atendemos "qualquer caso trabalhista". Trabalhamos exclusivamente para vigilantes e profissionais de segurança. Especialização, não generalismo.

Transparência profissional

Você fala direto com quem cuida do seu caso, em linguagem clara e sem juridiquês. Explicamos cada etapa, respondemos suas dúvidas e mantemos você informado do início ao fim — para que nenhuma decisão seja tomada sem você entender o porquê.

Você não paga nada para começar

Trabalhamos com honorários de êxito: a remuneração fica condicionada ao desfecho do processo. Sem dinheiro adiantado, sem surpresas.

Dr. Cleber Mendes
Dr. Cleber Mendes · OAB/SP 350241
Quem está à frente

Dr. Cleber Mendes

Formado em Direito e pós-graduado em Segurança Privada. Há mais de uma década dedicado exclusivamente à advocacia trabalhista para profissionais de segurança. Antes da toga, foram quase 10 anos vividos dentro do setor — conhecendo por dentro as escalas, os postos e os bastidores das empresas.

Eu não estudei o setor de fora. Eu vivi dentro dele. Por isso reconheço a intenção por trás de cada manobra das empresas.

Casado, pai, e movido por uma ideia simples: quem passa a vida protegendo os outros também merece ser protegido.

@clebermendes_adv
O time

Quem vai cuidar do seu caso.

Dr. Cleber Mendes
Dr. Cleber Mendes
Advogado fundador · Trabalhista

Pós-graduado em Segurança Privada. Mais de uma década dedicada exclusivamente a quem trabalha na segurança — com vivência de quase 10 anos dentro do setor.

@clebermendes_adv
Dra. Gisela Mendes
Dra. Gisela Mendes
Advogada · Trabalhista e Cível

Advogada e empresária, com 5 anos de atuação nas áreas trabalhista e cível e 12 anos de experiência em recursos humanos. Compromisso com segurança e justiça em cada caso.

@gisela_mendes_oliveira
Dra. Daniela Colares
Dra. Daniela Colares
Advogada · Direito do Trabalho

Formada em Direito e em Gestão de Recursos Humanos, com 6 anos no segmento trabalhista. Paixão nascida do compliance trabalhista e uma atuação determinada em prol de cada cliente.

@danielacolares.adv

"E se eu perder o emprego por causa disso?"

É o medo mais comum — e a gente entende, ainda mais para quem está com as contas apertadas. Mas processar uma empresa é algo comum e dentro da lei: acontece todos os dias. Não existe "lista negra", e essa é uma informação privada — seus próximos empregadores não ficam sabendo. Na maioria dos casos, a ação trata de valores que já são seus, referentes ao que você efetivamente trabalhou.

O que costuma pesar contra você é o tempo: existe um prazo (prescrição) para buscar esses direitos. Quem espera demais pode acabar perdendo o que tinha direito de receber.
Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Pode. Não é preciso ter saído para entender a sua situação. A gente conversa, analisa o seu caso e te explica as possibilidades e os cuidados — sempre com transparência, sem pressão.
É o receio mais comum. Processar uma empresa é prática normal e dentro da lei, e é informação privada — futuros empregadores não ficam sabendo. Não existe "lista negra". A ação costuma tratar de valores que já são seus, pelo trabalho que você realizou.
Na Justiça do Trabalho, quem precisa provar que pagou certo costuma ser a empresa. Ainda assim, extratos bancários, contracheques, testemunhas (colegas que trabalharam com você) e até conversas de WhatsApp ajudam bastante. A gente monta o caso junto com você.
É quando, além do 12x36 do contrato, você passa a trabalhar também as folgas do mês num "pacote fechado", geralmente pago por fora no cartão e sem vale-transporte nem vale-refeição nesses dias. Folga trabalhada não é folga: é jornada — e jornada tem direito.
Em regra, não. Valores pagos como "pacote" ou "FT" deveriam constar no seu holerite. Quando ficam só no cartão, esses pagamentos não geram os reflexos legais — e você pode acabar perdendo no cálculo de FGTS, INSS, férias, 13º e rescisão. É uma situação que pode ser discutida na Justiça do Trabalho.
Pode ter. A Convenção Coletiva dos Vigilantes de São Paulo (cláusula 40ª) prevê o pagamento das horas extras além da 8ª hora diária, sem um limitador mensal. Muitas empresas só pagam o que ultrapassa cerca de 191 horas no mês — e aí pode existir diferença a receber. Vale analisar o seu caso concreto.
Trabalhamos com honorários de êxito: você não paga nada para iniciar, e a remuneração fica condicionada ao desfecho do processo. Os detalhes são sempre explicados de forma clara antes de qualquer decisão sua.
Não. A primeira conversa pode ser por WhatsApp, ligação ou presencial — como for melhor para a sua rotina.
Fale com o escritório

Conte a sua história.
A primeira conversa é sem compromisso.

Você fala onde trabalhou, quanto tempo, qual escala e quando saiu. A gente escuta, tira suas dúvidas e te explica, em português claro, se há direitos a buscar.

WhatsApp, ligação ou presencial Atendimento em português claro Sem compromisso
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Advocacia trabalhista dedicada exclusivamente a vigilantes e profissionais de segurança privada.

Contato

WhatsApp (preferencial) (11) 97899-5065 @mendescoutoadvocacia

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Seg. a sex., das 9h às 18h · com agendamento

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